segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ser ou não ser? Eis a questão...



Pondera-se a seguir o quão rude possam ser algumas palavras ditas, não mentiras, mas sinceridades. Após receber algumas criticas, e não foram tão poucas assim, por expressar algumas verdades, talvez um pouco sem dó, mas sempre exercendo o bom senso do
construtivismo, me vejo na obrigação de explanar aqui as teorias que me levaram a agir de tal forma.

Vejo-me numa situação em que tento conseguir me posicionar, sempre, como terceira pessoa, o que me possibilita uma analise inclusive auto crítica, que nem sempre é a que diz respeito as minhas ações ou meus princípios, mas muitas vezes aos conceitos adquiridos por experiência própria ou de terceiros, acabo por vezes até contradizendo minhas próprias opiniões a fim de estabelecer um diálogo imparcial para que haja uma ponderação dos prós e contras de uma determinada situação.

Talvez não seja tão simples entender, mas baseio-me nisso para expressar também minhas opiniões mais banais, sempre sobre o alicerce da sinceridade absoluta diante das pessoas envolvidas, me colocando na posição de ouvinte acho tão mais aceitável ouvir uma critica direta do que ficar sabendo por outra pessoa e não ter a certeza da veracidade associada a tal informação.

Sendo assim, desculpo-me, publicamente, se em alguma situação excedi-me em meus comentários, mas se o fiz, foi na certeza de tê-lo feito diretamente, antes de fazê-lo pelas costas, abstraindo-me assim de um ato de falsidade por expressar opiniões inerentes ao meu real sentimento.

Sinceramente, é preferível a dor da verdade do quê o sofrimento causado pela mentira.

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